A Ocupação Esperança, na região da Isidora, em Belo Horizonte e Santa Luzia, MG, nasceu sob o impulso das Manifestações de junho de 2013 e hoje conta com mais de 2.500 famílias sem-terra e sem-casa, famílias que não aguentam mais a pesadíssima cruz do aluguel ou na humilhação que é sobreviver de favor. Por isso, premidas pela necessidade, resolveram por o pé no barranco e partir pra luta por moradia digna. Assim, ocuparam uma grande área que estava ociosa, abandonada, há muito tempo.
São Gonçalo do Bação, em Itabirito, MG, recanto natural e histórico ameaçado pela VALE. Vídeo 5 - 09/9/2019.
A mineradora VALE está fazendo mais uma grande obra de devastação ambiental no município de Itabirito, MG, no distrito de São Gonçalo do Bação. A VALE alega que é para conter parte da lama tóxica das barragens de Forquilha I, II e III, da Mina da Fábrica, em Ouro Preto, caso essas barragens rompam. Isso para evitar o soterramento da maior parte da cidade de Itabirito. Entretanto há vários indícios que levam a crer que a VALE está expandindo a mineração na região. Tanto é que contra a vontade do povo de São Gonçalo do Bação, a VALE está construindo mais um Terminal Ferroviário de carregamento de minério e construindo também duas estradas duplicadas, uma que liga São Gonçalo do Bação a Engenheiro Correa e outra que conecta com a BR 040. A devastação ambiental está sendo imensa! Um verdadeiro crime socioambiental. Frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI, visitou a obra e a região. Na ocasião gravou entrevista, em vídeo, com Patrícia Estrela de Oliveira Vasconcelos, Promotora de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais. Veja aqui o vídeo 7 da reportagem em vídeo.
Filmagem e edição amadora de frei Gilvander Moreira, São Gonçalo do Bação, Itabirito, MG, 09 de setembro de 2019.
*Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.
VALE construindo muralha de 70 metros e 1 Km em São Gonçalo do Bação, em Itabirito/MG. Vídeo 4 - 09/9/2019.
A mineradora VALE está fazendo mais uma grande obra de devastação ambiental no município de Itabirito, MG, no distrito de São Gonçalo do Bação. A VALE alega que é para conter parte da lama tóxica das barragens de Forquilha I, II e III, da Mina da Fábrica, em Ouro Preto, caso essas barragens rompam. Isso para evitar o soterramento da maior parte da cidade de Itabirito. Entretanto há vários indícios que levam a crer que a VALE está expandindo a mineração na região. Tanto é que contra a vontade do povo de São Gonçalo do Bação, a VALE está construindo mais um Terminal Ferroviário de carregamento de minério e construindo também duas estradas duplicadas, uma que liga São Gonçalo do Bação a Engenheiro Correa e outra que conecta com a BR 040. A devastação ambiental está sendo imensa! Um verdadeiro crime socioambiental. Frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI, visitou a obra e a região. Na ocasião gravou entrevista, em vídeo, com Patrícia Estrela de Oliveira Vasconcelos, Promotora de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais.
Veja aqui o vídeo 4 da reportagem em vídeo. Filmagem e edição amadora de frei Gilvander Moreira, São Gonçalo do Bação, Itabirito, MG, 09 de setembro de 2019.
*Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.
São Gonçalo do Bação, em Itabirito, MG, esmagado pela VALE e Estado. Vídeo 3 - 09/9/2019.
A mineradora VALE está fazendo mais uma grande obra de devastação ambiental no município de Itabirito, MG, no distrito de São Gonçalo do Bação. A VALE alega que é para conter parte da lama tóxica das barragens de Forquilha I, II e III, da Mina da Fábrica, em Ouro Preto, caso essas barragens rompam. Isso para evitar o soterramento da maior parte da cidade de Itabirito. Entretanto há vários indícios que levam a crer que a VALE está expandindo a mineração na região. Tanto é que contra a vontade do povo de São Gonçalo do Bação, a VALE está construindo mais um Terminal Ferroviário de carregamento de minério e construindo também duas estradas duplicadas, uma que liga São Gonçalo do Bação a Engenheiro Correa e outra que conecta com a BR 040. A devastação ambiental está sendo imensa! Um verdadeiro crime socioambiental. Frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI, visitou a obra e a região. Na ocasião gravou entrevista, em vídeo, com Patrícia Estrela de Oliveira Vasconcelos, Promotora de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais. Veja aqui o vídeo 3 da reportagem em vídeo.
Filmagem e edição amadora de frei Gilvander Moreira, São Gonçalo do Bação, Itabirito, MG, 09 de setembro de 2019.
Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.
Mãe Terra sendo sangrada pela VALE em São Gonçalo do Bação, em Itabirito, MG. Vídeo 2 - 09/9/2019.
A mineradora VALE está fazendo mais uma grande obra de devastação ambiental no município de Itabirito, MG, no distrito de São Gonçalo do Bação. A A VALE alega que é para conter parte da lama tóxica das barragens de Forquilha I, II e III, da Mina da Fábrica, em Ouro Preto, caso essas barragens rompam. Isso para evitar o soterramento da maior parte da cidade de Itabirito. Entretanto há vários indícios que levam a crer que a VALE está expandindo a mineração na região. Tanto é que contra a vontade do povo de São Gonçalo do Bação, a VALE está construindo mais um Terminal Ferroviário de carregamento de minério e construindo também duas estradas duplicadas, uma que liga São Gonçalo do Bação a Engenheiro Correa e outra que conecta com a BR 040. A devastação ambiental está sendo imensa! Um verdadeiro crime socioambiental. Frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI, visitou a obra e a região. Na ocasião gravou entrevista, em vídeo, com Patrícia Estrela de Oliveira Vasconcelos, Promotora de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais. Veja aqui o vídeo 2 da reportagem em vídeo.
Filmagem e edição amadora de frei Gilvander Moreira, São Gonçalo do Bação, Itabirito, MG, 09 de setembro de 2019.
*Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.
VALE sacrifica São Gonçalo do Bação, em Itabirito, MG Injustiça socioambiental! Vídeo 1 - 09/9/2019.
A mineradora VALE está fazendo mais uma grande obra de devastação ambiental no município de Itabirito, MG, no distrito de São Gonçalo do Bação. A A VALE alega que é para conter parte da lama tóxica das barragens de Forquilha I, II e III, da Mina da Fábrica, em Ouro Preto, caso essas barragens rompam. Isso para evitar o soterramento da maior parte da cidade de Itabirito. Entretanto há vários indícios que levam a crer que a VALE está expandindo a mineração na região. Tanto é que contra a vontade do povo de São Gonçalo do Bação, a VALE está construindo mais um Terminal Ferroviário de carregamento de minério e construindo também duas estradas duplicadas, uma que liga São Gonçalo do Bação a Engenheiro Correa e outra que conecta com a BR 040. A devastação ambiental está sendo imensa! Um verdadeiro crime socioambiental. Frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI, visitou a obra e a região. Na ocasião gravou entrevista, em vídeo, com Patrícia Estrela de Oliveira Vasconcelos, Promotora de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais. Veja aqui o vídeo 1 da reportagem em vídeo. Filmagem e edição amadora de frei Gilvander Moreira, São Gonçalo do Bação, Itabirito, MG, 09 de setembro de 2019.
*Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.
Nádia Campos e Fernando Guimarães - II Festival Pedra Branca de Violas e Sonhos, Caldas/MG. Vídeo 2 - 07/9/2019.
A segunda edição do Festival Pedra Branca de Violas e Sonhos aconteceu sábado, dia 07 de setembro de 2019, na Capela de Santa Bárbara, na zona rural de Caldas, no sul de Minas Gerais, e no domingo, com oficinas variadas no Sítio Rosa dos Ventos.
Uma maravilha de beleza! Das 10 horas às 23 horas se revezaram no palco dezenas de violeiros e violeiras, entre os/as quais: Orquestra Jovem de Violões da Casa de Cultura de Caldas, João Carlos e Carlos Leite, Fernando Guimarães e André Luís, André Lucas e Gabriel, Nádia Campos e Guilherme Melo, Felipe Bedetti, Alex Freitas e Léo Fonseca, João Arruda e Tião Mineiro, Katya Teixeira, Marina Ebbencke e Gabriel Souza, Consuelo de Paula, Levi Ramiro, David Tygel (Boca Livre) e Flávia Ventura.
Ao longo do dia de sábado, entre turistas e moradores, passaram pelo evento cerca de 600 pessoas. O festival teve início às 10 da manhã com a participação especial da nossa Folia de Reis Estrela do Oriente e da Orquestra Jovem de Violões da Casa da Cultura de Caldas. Ao meio do dia foi servido um saboroso e nutritivo almoço comunitário preparado de forma amorosa por voluntários e voluntárias, a partir de doações de empresas e de produtores da agricultura familiar locais.
Os tradicionais fornos de barro caldenses ficaram acesos durante todo o dia perfumando o ambiente com os aromas da comida popular mineira oferecida pelas barracas de expositores locais. As barracas também foram espaço de divulgação e apreciação do consagrado artesanato caldense. Para as crianças não faltou diversão: teve muito contato com a natureza, contação de histórias e olhar curioso e admirado para o céu estrelado da Serra da Pedra Branca através de um telescópio gentilmente cedido pelo professor Cassius Melo, da UNIFAL. A última atração musical, David Tygel, integrante do grupo Boca Livre, encerrou um dia de intensa alegria e comemoração.
Para fechar com chave de ouro, no domingo o povo se divertiu aprendendo sobre a viola nos ritmos caipiras com Levi Ramiro, sobre o poder das plantas medicinais com os indígenas Kiriri e ainda conhecendo os jardins sustentáveis, com Michelle Veloso.
O sucesso da segunda edição do Festival reforçou nossos princípios e fortaleceu nossas convicções: é possível construir coisas lindas em comunidade. A organização do festejo foi gestada sem nenhuma finalidade lucrativa e entre os/as voluntários/as predominava um sentimento exclusivo: tecer um evento que fosse capaz de adiar o fim do mundo.
Como ressaltou o músico João Arruda em uma de suas falas, “nós adiamos o fim do mundo quando rezamos, cantamos e nos alegramos”. Sendo assim, missão cumprida! Foi um final de semana de declaração de amor pela Mãe Terra, de celebração da vida e do afeto em todas as suas manifestações, de comunhão e de revigoramento da fé e da esperança de que outro mundo é possível.
A Aliança em prol da APA da Pedra Branca agradece profundamente a todos e todas que contribuíram para que o Festival se tornasse realidade mais uma vez. Inspirados pela poesia de Consuelo de Paula, seguimos juntos e juntas, sonhando, dançando poemas, atirando com canhões feitos de flores e buscando “desenhar o coração, a montanha e a nação”.
Filmagem e edição amadora de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Pedra Branca, zona rural de Caldas, MG, 07 de setembro de 2019.
*Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.
II Festival Pedra Branca de Violas e Sonhos, na Capela Santa Bárbara, em Caldas, MG. Vídeo 1 - 07/9/2019.
A segunda edição do Festival Pedra Branca de Violas e Sonhos aconteceu sábado, dia 07 de setembro de 2019, na Capela de Santa Bárbara, na zona rural de Caldas, no sul de Minas Gerais, e no domingo, com oficinas variadas no Sítio Rosa dos Ventos.
Uma maravilha de beleza! Das 10 horas às 23 horas se revezaram no palco dezenas de violeiros e violeiras, entre os/as quais: Orquestra Jovem de Violões da Casa de Cultura de Caldas, João Carlos e Carlos Leite, Fernando Guimarães e André Luís, André Lucas e Gabriel, Nádia Campos e Guilherme Melo, Felipe Bedetti, Alex Freitas e Léo Fonseca, João Arruda e Tião Mineiro, Katya Teixeira, Marina Ebbencke e Gabriel Souza, Consuelo de Paula, Levi Ramiro, David Tygel (Boca Livre) e Flávia Ventura.
Ao longo do dia de sábado, entre turistas e moradores, passaram pelo evento cerca de 600 pessoas. O festival teve início às 10 da manhã com a participação especial da nossa Folia de Reis Estrela do Oriente e da Orquestra Jovem de Violões da Casa da Cultura de Caldas. Ao meio do dia foi servido um saboroso e nutritivo almoço comunitário preparado de forma amorosa por voluntários e voluntárias, a partir de doações de empresas e de produtores da agricultura familiar locais.
Os tradicionais fornos de barro caldenses ficaram acesos durante todo o dia perfumando o ambiente com os aromas da comida popular mineira oferecida pelas barracas de expositores locais. As barracas também foram espaço de divulgação e apreciação do consagrado artesanato caldense. Para as crianças não faltou diversão: teve muito contato com a natureza, contação de histórias e olhar curioso e admirado para o céu estrelado da Serra da Pedra Branca através de um telescópio gentilmente cedido pelo professor Cassius Melo, da UNIFAL. A última atração musical, David Tygel, integrante do grupo Boca Livre, encerrou um dia de intensa alegria e comemoração.
Para fechar com chave de ouro, no domingo o povo se divertiu aprendendo sobre a viola nos ritmos caipiras com Levi Ramiro, sobre o poder das plantas medicinais com os indígenas Kiriri e ainda conhecendo os jardins sustentáveis, com Michelle Veloso.
O sucesso da segunda edição do Festival reforçou nossos princípios e fortaleceu nossas convicções: é possível construir coisas lindas em comunidade. A organização do festejo foi gestada sem nenhuma finalidade lucrativa e entre os/as voluntários/as predominava um sentimento exclusivo: tecer um evento que fosse capaz de adiar o fim do mundo.
Como ressaltou o músico João Arruda em uma de suas falas, “nós adiamos o fim do mundo quando rezamos, cantamos e nos alegramos”. Sendo assim, missão cumprida! Foi um final de semana de declaração de amor pela Mãe Terra, de celebração da vida e do afeto em todas as suas manifestações, de comunhão e de revigoramento da fé e da esperança de que outro mundo é possível.
A Aliança em prol da APA da Pedra Branca agradece profundamente a todos e todas que contribuíram para que o Festival se tornasse realidade mais uma vez. Inspirados pela poesia de Consuelo de Paula, seguimos juntos e juntas, sonhando, dançando poemas, atirando com canhões feitos de flores e buscando “desenhar o coração, a montanha e a nação”.
Filmagem e edição amadora de frei Gilvander Moreira, da CPT, das CEBs e do CEBI. Pedra Branca, zona rural de Caldas, MG, 07 de setembro de 2019.
*Inscreva-se no You Tube, no Canal Frei Gilvander Luta pela Terra e por Direitos, no link: https://www.youtube.com/user/fgilvander, acione o sininho, receba as notificações de envio de vídeos e assista a diversos vídeos de luta por direitos sociais. Se assistir e gostar, compartilhe. Sugerimos.